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ABIMAPI e SIMABESP engajados com a Política
Nacional de Resíduos Sólidos

O mundo celebrou ontem, 05 de junho, o Dia do Meio Ambiente, data que reforça a importância da preservação dos recursos naturais e da busca do desenvolvimento sustentável. Esta é uma excelente oportunidade para debatermos sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

De acordo com a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), a geração de detritos nas cidades brasileiras aumentou em 28% entre 2010 e 2016; apenas 3% do lixo gerado aqui é reciclado. Enquanto o Brasil ainda engatinha em planos setoriais de reciclagem, na Europa a maioria dos países registra taxas de reciclagem superiores a 50%, movimentando um mercado bilionário que rende 1% do PIB do bloco europeu.

Mas algumas atitudes já estão sendo tomadas. O SIMABESP é um dos signatários do Termo de Compromisso de Logística Reversa, assinado no último dia 23 de maio, com a FIESP, CETESB e outras 17 entidades paulistas. Este termo auxiliará as micro e pequenas empresas do estado de São Paulo, por meio do projeto Renove +, que tem como objetivo estruturar um modelo alternativo, viabilizando o cumprimento das exigências das políticas estadual de resíduos sólidos. A proposta é que os 27% de materiais de embalagens não inseridos hoje na cadeia produtiva passem a ser com a remuneração devida.

A nossa preocupação e atuação nesta área também tem abrangência nacional. A ABIMAPI participa desde 2013 do Programa de Responsabilidade Pós-Consumo de embalagens Dê a Mão Para o Futuro, coordenado pela ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), com apoio da ABIPLA (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins) e Unilever Alimentos.

Somente no ano de 2017, cerca de 4,3 mil catadores que trabalham em 128 centrais de triagem pertencentes ao programa, espalhadas em 84 municípios do Estado de São Paulo, comercializaram o montante de 110.993 toneladas de materiais recicláveis coletados seletivamente. Em média, foram mais de 9,2 mil toneladas de embalagens retiradas do meio ambiente por mês.

Os números de cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis participantes do programa do Dê a Mão Para o Futuro mais que duplicaram, saltando de 61 em 2015 para 128 em 2017. No mesmo ritmo, o volume de embalagens pós-consumo destinadas para a reciclagem, que saltou de 43.061 em 2016, para 110.993 em 2017.

Há cinco anos também participamos da coalisão empresarial liderada pelo CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem), em cumprimento da PNRS. Como puderam ver, estamos engajados em colaborar com a melhoria do panorama nacional em relação à correta destinação de resíduos sólidos urbanos. A participação dos associados nos projetos colabora diretamente com a redução do volume de materiais recicláveis que seriam destinados aos aterros e também apoia os programas de geração de emprego e renda, que promovem a inclusão social, a melhoria das condições de trabalho e qualidade de vida dos catadores de materiais recicláveis.
 

 
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