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2019: cesta ABIMAPI alcança faturamento de R$ 36,7 bilhões; 2020: como a pandemia e a alta do dólar estão afetando nosso setor?

No último dia 16 de abril, iniciamos a divulgação para a imprensa das informações referentes ao desempenho das categorias de biscoitos, massas alimentícias e pães & bolos industrializados no ano de 2019, além disso incluímos no material como a pandemia e a alta do dólar estão afetando nosso setor neste ano.

Do dia 16 até hoje (22), já totalizamos 130 inserções na mídia. Falamos com exclusividade à CNN Brasil, Broadcast Agro (Estadão) online e impresso e Reuters, além de veículos como Folha de São Paulo, O Globo, UOL, Veja, Exame, IstoÉ, Globo Rural, R7, entre muitos outros, repercutiram a notícia que desenvolvemos.

Juntos, os segmentos movimentaram R$ 36,7 bilhões em 2019, 3,5% acima do valor alcançado no ano anterior (R$ 35,4 bilhões) e 3,3 milhões de toneladas em volume de vendas, mesmo resultado conquistado em 2018.

O levantamento realizado pela consultoria Nielsen mostra que, apesar das expectativas positivas de recuperação da economia no início do último ano – em função de uma leve retomada do nível de emprego no primeiro trimestre, da inflação sob controle e um tímida aumento do otimismo por parte dos consumidores, fatores como: a alta do dólar, o atraso nas reformas e instabilidade política foram alguns dos pontos que impactaram negativamente a tão esperada recuperação da economia.

Quando separamos os resultados por categoria, vemos que a indústria de biscoitos atingiu R$ 18,7 bilhões e 1,47 milhão de toneladas de produtos, leve aumento de 1,7% em faturamento e retração de 1,08% em volume de vendas na comparação com 2018 (R$ 18,4 bilhões e 1,49 milhão de toneladas), respectivamente. Os biscoitos mais vendidos foram os recheados (363 mil toneladas), água e sal/ cream cracker (312 mil toneladas) e secos / doces especiais (209 mil toneladas).

O setor de massas alimentícias registrou aumento de 6,6% em faturamento e 1,04% em volume de vendas, quando comparados com os valores de 2018, atingindo R$ 9,7 bilhões e 1,2 milhão de toneladas (em 2019), respectivamente. Devido ao baixo preço unitário, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas categorias de massas instantâneas, que faturou R$ 2,6 bilhões e vendeu 168 mil toneladas. Apesar disso, as massas secas ainda foram as mais consumidas, com 959 mil toneladas, equivalentes a R$ 4,9 bilhões.

Em 2019, as indústrias de pães movimentaram um total de R$ 7 bilhões – receita 4,5% a mais que em 2018 – resultante da venda de 537 mil toneladas de produtos, com aumento de 3,4%. Já o mercado de bolos industrializados, atingiu R$ 1,1 bilhão em faturamento, 1,5% a mais se comparado com 2018.

Analisando 2020, quando falamos sobre o reflexo da pandemia no setor, nós crescemos em consumo em decorrência da mudança dos hábitos dos consumidores, as pessoas estão optando por produtos com maior shelf life, praticidade e um bom custo benefício, o que gerou, entre fevereiro e abril, um aumento médio de 15% no volume de vendas das categorias ABIMAPI. Esse número não deve se manter, a expectativa é chegar ao final de 2020 com um crescimento de 3% a 5%, o que já será um ótimo resultado para o setor.

Outro ponto que pode afetar o fechamento deste ano é o reajuste do custo em relação aos produtos da cesta ABIMAPI (influência cambial), um dos principais reflexos da atual escalada do dólar, pelo aumento da farinha de trigo – ingrediente básico das categorias representadas pela Associação.

Saímos de um dólar de R$ 4 em janeiro para R$ 5,25, uma valorização de 31%. Das 11 milhões de toneladas de trigo consumidas por ano no Brasil, cerca da metade vêm principalmente da Argentina, este ano com 30% de aumento, em média.

Ressaltamos que as indústrias estão com estoque (de dois a três meses, dependendo de cada fabricante) de trigo e produto acabado. O repasse médio de 12% foi iniciado no primeiro trimestre. A expectativa é que a partir deste mês esse reajuste chegue, em média, a 15%. De todo modo, este aumento tende a ser gradual, pois não há espaço para elevar os preços de uma só vez para o consumidor final.

As estatísticas e o material completo estão disponíveis em nosso site.

 
 
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