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A pandemia do novo coronavírus afetou de forma profunda a trajetória econômica em todos os países do mundo. No Brasil não foi diferente, mas, apesar das grandes dificuldades econômicas, há também um expansionismo que pode fazer com que o país tenha uma retomada gradual neste ano.

No primeiro trimestre de 2021, o país ainda estará às voltas com a pandemia. A projeção é de uma expansão econômica de 4%, absolutamente influenciada pela questão estatística.
 

Teremos impulso externo, dado por câmbio e preços de commodities e impulso interno com os juros baixos, mas ainda não é um cenário exuberante,


afirma Roberto Padovani, economista
e colunista da Agência Estado e GloboNews.


Pelo mundo, Estados Unidos e China se destacam por conta de taxas de juros muito baixas. A forte recuperação dos preços das commodities também contribui na relação entre valor das importações e das exportações gerando o melhor patamar em décadas.

No Brasil, o resultado deste início de retomada será uma melhora no cenário inflacionário com a menor pressão da alta dos alimentos, que puxaram o IPCA para cima principalmente no fim de 2020. A inflação oficial deve chegar a 3,49% em 2021.


Setores sensíveis a crédito já mostram recuperação ao mesmo tempo em que a reabertura gradual da economia favorece o segmento de serviços, o mais atrasado na retomada. O consumo das famílias e serviços, que têm pesos expressivos na atividade econômica, devem crescer 3,5% e 3,8%.


Entretanto, há legados negativos para os próximos anos. O primeiro desafio será pagar a enorme dívida feita para se bancar os gastos com a pandemia. É possível que o Brasil demore este e o próximo mandato presidencial para controlar a dívida pública.


Outra herança será a taxa de desemprego, que neste início de ano está na casa de 14%. Sem falar na retirada das transferências de renda às famílias. O impacto do fim do auxílio emergencial pode ser suavizado pela poupança pessoal da população acumulada ao longo do ano passado e a regularização gradual do setor de serviços, mas não será assim na maioria das famílias.


Portanto, ainda estamos zonzos da pancada de 2020 e dificilmente voltaremos a ser os mesmos. Mas tudo indica que já caminhamos para um mundo com mais possibilidades em 2021.


As informações acima foram fornecidas na última quinta-feira (11), durante a 01ª Reunião do Conselho Gestor & Associados ABIMAPI & SIMABESP, onde recebemos como convidado o economista Roberto Padovani. Após a palestra, nossas áreas (Administrativa, Exportação, Comunicação e Técnica) apresentaram o relatório do compilado de atividades de 2020 e ações que serão desenvolvidas no início deste ano. O vídeo da palestra está disponível no canal do Youtube da ABIMAPI. Já o material apresentado e o relatório de atividades, podem ser acessados pelos Portais dos Associados ABIMAPI & SIMABESP.


ABIMAPI Entrevista
Para finalizar a publicação, recebemos Gilberto Kon, Diretor da Feinkost, estreando o quadro de entrevistas deste ano, trazendo as estratégias para 2021 e tendências no setor de alimentos. Confira!

 

 
ABIMAPI Entrevista
Gilberto Kon, diretor da Feinkost, aborda as estratégias para 2021 e tendências no setor de alimentos
 
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