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No dia 15 de março é o Dia do Consumidor. Neste ano, porém, o primeiro do pós-pandemia. Em 2020, exatamente nesta mesma semana, o Brasil inteiro entrava em quarentena. O coronavírus mudou não só a nossa rotina, mas a maneira de como consumimos e nos relacionamos com as marcas. Agora, 12 meses depois, teremos o “Dia do Novo Consumidor”. Confira algumas das tendências de comportamento que estão remodelando o consumo.
 

FUSÃO VAREJO FÍSICO E ONLINE

Os canais digitais passam a complementar o modelo do comércio tradicional, que permanece relevante. A digitalização possibilita que os consumidores iniciem a jornada de compra no canal digital, mas buscam a experiência física e visitam os estabelecimentos para retirar as compras realizadas.

No entanto, também permite o caminho inverso. O consumidor inicia a jornada de compra em uma loja física, escolhe um produto inexistente no estabelecimento e opta por recebê-lo, posteriormente, por envio. A tendência aponta, assim, a uma fusão completa entre o varejo físico e o online.

Na área de alimentos e bebidas, por exemplo, 29% dos consumidores de supermercado e hortifruti disseram que pretendem comprar tanto online quanto offline neste ano. Em 2019 esse índice estava em apenas 13%, segundo a pesquisa “Jornada Omnichannel e o futuro do varejo”, realizado pela Social Miner.

SAÚDE E BEM-ESTAR

O foco em saúde e higiene continuará sendo importante. Hábitos simples, como o uso de álcool gel, ganham força, ao mesmo tempo em que existe uma preocupação maior com um estilo de vida mais saudável.

Essa maior apreensão com saúde e bem-estar se soma ao foco de uma parcela cada vez maior dos clientes com os aspectos ambientais e sociais das empresas, gerando um novo posicionamento dos consumidores e abrindo oportunidades de relacionamentos com os clientes. Baseados não apenas em produtos e serviços, mas em propósito e valores.

Um estudo conduzido pela Intelligence Central em 2020, apontou que 58% dos consumidores admiram marcas que fornecem um serviço necessário e 55% valorizam marcas que se adaptaram para ajudar os consumidores. Isso inclui marcas e indivíduos que ajudam as comunidades: 58% preferem mensagens responsáveis, 54% apreciam contribuições beneficentes pelas marcas e metade de todos os consumidores estimam marcas que dão atenção às preocupações relacionadas ao coronavírus.

(IN)FIDELIDADE AS MARCAS

A pressão econômica crescente, com perda e insegurança de renda e de emprego refletiram no comportamento do consumidor, que deixou de ser tão fiel às marcas, seja pela oportunidade de experimentar novas opções disponíveis, seja pela possibilidade de economizar.

Essa necessidade e exploração e de experimentação aliada a uma cautela maior nas compras também serão duradouras, dada o baixo otimismo em relação à recuperação.

Para fidelizar o shopper, alternativas além das fórmulas tradicionais, de descontos ou promoções, como investir em resgate dos programas de fidelidade, maior utilização de programas de cashback, comodidade de entrega e programas de assinatura, garantem benefícios e condições diferenciadas.

 

Esses são alguns dos vetores de mudança do consumidor na pandemia que podem auxiliar em novos caminhos para o varejo. Tempos de transformação trazem oportunidades de crescimento para quem souber se posicionar.

 

 
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