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Não é novidade para ninguém que a transformação na forma de fazer negócios fez com que empresas de todos os segmentos começassem a buscar novas alternativas de atuar e operar.

A experiência do virtual quebrou barreiras físicas e culturais relacionados ao trabalho remoto. As empresas descobriram que o que importa é o resultado que você gera e não a quantidade de horas que você passa em frente ao computador e essa experiência acabou proporcionando mais agilidade, colaboração e produtividade das equipes.

Uma coisa fica cada vez mais clara: a forma de trabalhar mais tradicional, no modelo 100% presencial, vai migrar em muitos casos para um modelo híbrido de trabalho - combinando os benefícios do presencial e do virtual.

A pesquisa realizada pela FUTURO S/A, empresa especialista em transformações de estratégias, destaca que a carga horária de 9h às 18h será cada vez mais substituída pelo formato híbrido de trabalho 3-2-2, onde teremos 3 dias de trabalho presencial no escritório, 2 dias remoto e 2 dias de descanso.


Isso vai produzir transformações em 3 elementos-base:


1. Muda a formatação dos espaços de trabalho:
modelos híbridos demandam uma outra visão dos escritórios, das mesas e dos espaços de colaboração.


2. Muda o modelo de gestão:
liderar times em modelos de trabalho híbridos demandam interações com as equipes que combinam elementos do presencial e do virtual.


3. Muda a cultura da empresa:
agilidade, autonomia, colaboração, comunicação, liderança, inovação... diversos elementos que já demandavam uma atualização nas organizações vão se transformar rapidamente nesses novos formatos.

A empresa brasileira Global Line, especializada em treinamento e consultoria, analisou 145 empresas multinacionais que atuam no Brasil, mostrou que 58% dos profissionais entrevistados estão “muito confortáveis” com o trabalho remoto. Além disso, das pessoas que responderam o levantamento, 36% estão “confortáveis” e apenas 6% “desconfortáveis”.

Já quando perguntados sobre os desafios de trabalhar remotamente, os profissionais ouvidos apontaram:
- socializar (68%);
- desenvolver confiança (33%);
- comunicar (28%);
- dar feedback (22%);
- manter a meta comum (22%);
- liderar (15%);
- fazer amigos (14%).


A nova aposta do modelo híbrido, que une o remoto ao físico, ainda gera dúvida nos colaboradores. Para ajudar neste novo processo, o primeiro passo é conseguir se organizar no home office. Pensando nisso, nos sites ABIMAPI e SIMABESP está disponível a cartilha "Boas Práticas para Home Office".


Acreditamos que um guia como este é uma boa estratégia para otimizar condutas pessoais, administrativas e trabalhistas com medidas que estão sendo usadas pelas empresas associadas atentas com o bem-estar de todos.

 

 
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