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A recessão que começou no início de 2020, com a chegada do coronavírus ao Brasil, ainda não deu sinais de ter acabado, apesar de o país ter tido crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) nos dois últimos trimestres do ano passado. Em junho de 2020, o Codace (Comitê de Datação de Ciclos Econômicos), órgão ligado ao FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), definiu que o Brasil entrou em recessão no primeiro trimestre de 2020, encerrando um ciclo de fraco crescimento de três anos (2017-2019).

De acordo com o economista do Bradesco BBI, Dalton Luis Gardimam, quando avaliado o primeiro trimestre de 2021 é como se o Brasil tivesse descido três degraus e subido dois, mas não foi de forma suficientemente forte para considerar que saiu do processo recessivo.
 

"É difícil falar de saída da recessão quando o desemprego está nos maiores níveis da série histórica. Infelizmente os dados de curto prazo e projeções não são de uma recuperação forte do mercado de trabalho nem no momento nem no futuro próximo. Quando você tem uma retomada do nível de emprego, você tem uma certeza muito maior de que realmente entrou em um período de expansão".


Para o segundo semestre deste ano, com o possível avanço da vacinação contra a covid-19, é esperada uma aceleração do setor de serviços e consequentemente um fator fundamental para a retomada da atividade econômica.

Até o final de 2021 a perspectiva é de que o PIB alcance 3,5%. Já a previsão de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 5,05%, acima do centro da meta de inflação de 3,75% para o ano. Para 2022, a projeção do IPCA [a inflação oficial do país] converge para o centro da meta a partir de 2022, que é de 3,5%. Em 2023, a meta é de 3,25%.

O economista destaca que o maior desafio fiscal do Brasil é, ironicamente, o mesmo de antes da pandemia acometer o país: a consolidação fiscal. A dívida pública atingindo aproximadamente 90% do PIB em 2020 e batendo em 100% em 2023 ou 2024 representa o maior risco econômico para os próximos anos. Isso terá implicações profundas na produtividade, no nível dos juros, no apetite do capital estrangeiro (investidor direto estrangeiro e em portfolio), no risco país e na redução dos graus de liberdade da política econômica.
 

O conteúdo acima foi apresentado durante a 3ª Reunião do Conselho Gestor ABIMAPI & SIMABESP, que correu na última quinta-feira (20). O vídeo completo da palestra está disponível no nosso canal do Youtube ABIMAPI Brasil.

 

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