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25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão. Massas secas representam 82% da preferência nacional

Em referência ao Dia Mundial do Macarrão, celebrado em 25 de outubro, a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI) divulga a segunda edição de um estudo sobre hábitos de consumo do produto no Brasil, realizado pela Kantar WorldPanel.

De acordo com a consultoria, do volume total de 1,2 milhão de toneladas de macarrão comercializados no último ano, quando separamos os tipos de massas em secas (tradicional, caseira, sêmola, integral, grano duro e com ovos), instantâneas e frescas (recheadas, que necessitam de refrigeração), o primeiro grupo representa 82% do consumo, cerca de 989 mil toneladas, enquanto os demais equivalem a 14% (180 mil toneladas) e 3% (39 mil toneladas) do mercado, respectivamente.

Nas subcategorias das massas secas, o macarrão de sêmola foi o mais consumido em 2017, representando 27,9% do mercado, 276 mil toneladas. Logo em seguida, apareceram as tradicionais, com 26,9% (266 mil toneladas), e com ovos, 24,5% do volume de vendas (242 mil toneladas).

A pesquisa aponta que o brasileiro ainda se adapta com algumas versões diferenciadas: em 2017 foram consumidos aproximadamente 7 mil toneladas de macarrão grano duro (muito tradicional em países europeus) e 3 mil toneladas de massa integral, com maior apelo nutritivo.

Para atender as exigências dos consumidores e acompanhar a tendência de saudabilidade, os fabricantes têm enriquecido o produto com vitaminas, farinhas e grãos integrais, minerais e ingredientes orgânicos. “Ainda assim, apenas 4,7% da população comprou algum tipo de massa integral no último ano”, comenta Claudio Zanão, presidente-executivo da ABIMAPI.

“O macarrão é um alimento nutritivo, prático e saboroso, fonte de energia e fibras, de fácil digestão e minimamente processado. Pode ser um prato único ou estar acompanhado de carne, peixe e legumes, constituindo uma refeição de nutrição eficiente” ressalta o executivo.

Assim como na primeira edição da pesquisa, que mostrou os formatos de macarrão preferidos pelo brasileiro e destacou o espaguete como o principal, o novo estudo analisou durante o ano de 2017 uma mostra de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete macrorregiões. No ranking nacional de consumo, Norte e Nordeste juntos apresentaram o maior índice de compra, responsável por 38,2% do volume de vendas; em seguida aparecem Sul (15,6%), Leste e interior do Rio de Janeiro (12,3%), Interior de São Paulo (10,3%), Grande São Paulo (10,2%), Grande Rio de Janeiro (7,4%) e, por fim, Centro-Oeste (6,1%).