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25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão. O estado de São Paulo é responsável por 20,5% do consumo do alimento no país

Em homenagem ao Dia Mundial do Macarrão, celebrado em 25 de outubro, a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI) divulga a segunda edição de um estudo realizado pela Kantar WorldPanel a respeito dos hábitos de consumo do alimento no país. De acordo com a pesquisa, o estado de São Paulo é responsável por 20,5% do volume total (1,208 milhão de toneladas) consumido em 2017, o que corresponde a 247,8 mil toneladas. Lá, o alimento está presente em 99,5% dos lares.

Somente a região metropolitana concentrou 10,2% do total de macarrão consumido no Brasil, aproximadamente 123 mil toneladas. A preferência por massas secas (tradicional, caseira, sêmola, integral, grano duro e com ovos) é a maior (79%), seguida do macarrão instantâneo, que representou 15% do mercado, e das massas frescas (recheadas, que necessitam de refrigeração), com 5,3%. Já o interior do estado representou 10,3% do total do volume de vendas nacional, 124,5 mil toneladas, também com preferência para as massas secas (81%), macarrão instantâneo (15%) e do tipo fresca (4,3%).

Assim como na primeira edição da pesquisa, que mostrou os formatos de macarrão preferidos pelo brasileiro e destacou o espaguete como o principal em São Paulo, o novo estudo analisou durante o ano de 2017 uma mostra de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete macrorregiões. No ranking nacional de consumo, Norte e Nordeste juntos apresentaram o maior índice de compra, responsável por 38,2% do volume de vendas; em seguida aparecem Sul (15,6%), Leste e interior do Rio de Janeiro (12,3%), Interior de São Paulo (10,3%), Grande São Paulo (10,2%), Grande Rio de Janeiro (7,4%) e, por fim, Centro-Oeste (6,1%).

“O macarrão é um alimento democrático, prático, saboroso e tradicional na mesa dos brasileiros. Com tanta diversidade, acreditamos que é só uma questão de tempo para que o consumidor perceba que as massas podem participar ainda mais da sua rotina alimentar, por serem nutritivas e de alto rendimento”, explica Claudio Zanão, presidente-executivo da ABIMAPI.