Biscoitos
Faturamento de R$ 18 bilhões, crescimento de 3,7%, com 747 mil toneladas e recuo de 2,3% no volume. Cobertos e cookies respondem por 10,3% do faturamento de biscoitos. O segmento de amanteigados cresceu 1,8% em penetração nos lares, com alta de 2,7% nas ocasiões de compra. Wafers cresceram 0,1% e cobertos, 7,9%. O consumidor tem encontrado nos biscoitos uma substituição viável e mais barata a doces mais caros, como barras de chocolate.
Pães industrializados
Faturamento de R$ 8,4 bilhões, aumento de 1,1%, com 385 mil toneladas e queda de 3,9% no volume. A forte atuação de fabricantes e marcas menores impulsionou o giro no segmento de pão de forma comum. Pães de hambúrguer e hot dog mantêm contribuição positiva em valor, com 11% a mais de importância, impulsionados pela transferência das refeições rápidas de fora para dentro de casa. A alta nas ocasiões de compra por lar de pão de hambúrguer foi de 15,6%.
Massas alimentícias
Faturamento de R$ 7,6 bilhões, declínio de 0,8%, com 642 mil toneladas e queda de 1,5% no volume. O segmento de massas refrigeradas teve alta de 6,4% em valor. O segmento grano duro contribuiu com R$ 19 milhões e o caseiro com R$ 1,25 milhão, seguindo a tendência da busca por produtos de maior valor agregado.
Bolos industrializados
Faturamento de R$ 1,4 bilhão, queda de 0,8%, com 30 mil toneladas e queda de 7,4% no volume. O segmento bolo representa 46,6% da categoria, 1,4% a mais que no primeiro semestre anterior. Os bolos em monoporções cresceram 4,6%.
Misturas para bolo
Faturamento de R$ 613 milhões, alta de 14,7%, com 69 mil toneladas, contribuição de 4,1% a mais que no mesmo período de 2025. O avanço foi impulsionado por um fluxo contínuo de inovações e produtos de maior valor agregado. O segmento de mistura para bolo responde por 80,7% da categoria e cresceu 22,3% nas vendas em valor.